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quinta-feira, 18 de julho de 2013

In Rio to see the Pope? Visit Abricó beach!


Young people from all over the world are coming to Rio de Janeiro to see the Pope. Saturday July 27 will be the Prayer Vigil at Campus Fidei, em Guaratiba. Sunday morning the Pope will say Mass at the same location, which as he requested is in one of the poorer neighborhoods of Rio de Janeiro.

Guaratiba is poor, and far away, and lacks transportation and other public utilities for the  1.5 to two million people expected. The suggested means of reaching Campus Fidei from the closest train station is ... walk. For 13 kilometers. Monday the 29th is a holiday until noon in Rio de Janeiro: there is simply no way to insure people will be able to travel until then.

While it's winter in Rio, it's a tropical winter. Many young people, facing hours of walking, pedestrian traffic jams, or loaded trains and buses, may think, "Let's go to the beach and wait for things to untangle!" That excellent idea brings up two problems: How to find the beach? And what about a bathing suit?

Fortunately, there's a simple answer to both questions. Rio de Janeiro's nude beach, Praia de Abricó, is only 10 km from Campus Fidei. Go east along Avenida das Américas. When you get to Estrada Roberto Burle Marx, turn right, toward the sea. When you reach the Estrada do Grumari, turn left.  The road will take you to one end of Grumarí Beach. Go to the other end, and there's Abrico Beach. While the whole area should be well policed for the Pope's visit, it may be safer (and more fun) to go in a group of a dozen or two.

Peace be with you! 

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domingo, 17 de março de 2013

QUEBRANDO OS MUROS DO NATURISMO


Em função da matéria “Nudistas da Praia do Abricó não aconselham topless em Copacabana”, na qual fala de ginastas dinamarquesas fazendo topless, e as respostas de alguns naturistas de Abricó para o portal G1, suscitou alguns comentários muitos interessantes nas listas de discussão sobre naturismo. 

O naturismo é NORMAL , é simples, sem complicações. É necessario levar e mostrar isso as pessoas comuns.  Sair fora de "guetos" e "locais escondidos" é necessario. Certamente uma associação deve recomendar para famílias locais "seguros", porem isso não deve limitar e nem inibir ações que desejem mostrar a população em geral a forma simples e sem complicações que é a nudez.

Abaixo é reproduzido alguns desse comentários:  

Cada vez entendo menos e me decepciono mais com as declarações de alguns naturistas quanto à nudez e, agora, especificamente quanto ao topless praticado pelas ginastas dinamarquesas em Copacabana. 


Quer dizer que seios nus como forma de exibicionismo, tipo no carnaval e pelas meninas para atrair turistas pode? Mas, exibir naturalmente os seios ou o corpo totalmente nu não pode; tem que ser escondido entre pedras altas, num local quase inacessível, como se a nudez fosse em si uma ofensa. Lamentável que alguém da Associação de Abricó condene seios à mostra na praia de Copacabana em pleno século XXI, com a argumentação esdrúxula de que havia prédios por perto.
Quem luta pelo naturismo, pratica o naturismo, deveria lutar pelo nu, pela liberdade de estar nu em qualquer lugar e não pela nudez entre quatro penhascos! E essa desculpa de que os brasileiros não estão preparados para isso me cheira à mesma argumentação usada durante um tempo negro da nossa história de que nosso povo não sabia votar... 
O ato em favor da nudez  realizado no Ibirapuera serviu para provar o contrário e para calar a boca dos que querem o naturismo emparedado. Provou que, sim, o povo está preparado para aceitar civilizadamente a nudez pública, sem muros nem penhascos. A Pedalada Pelada deste ano ocorreu sem incidentes, com a Polícia apenas dando proteção aos participantes.
Nunca é demais lembrar que a evolução só acontece quando se avança, e só se avança quebrando tabus, dogmas, paradigmas, ousando. Ou será que alguém ainda pensa que a terra é quadrada e é o centro do universo?
Acordem naturistas!

Verdade este comentário.
Também estou procurando entender como o Naturismo está se comportando frente a estes fatos.
Nudez pode no Carnaval em todos os momentos, parece tudo liberado, mas o topless é mal visto ou pouco tolerado devido falta de entendimento ou consciência da população. Se uma pessoa denunciar ou se chocar, não se pode fazer.
Engraçado que neste país a corrupção, o roubo de verbas públicas, as falcatruas, maracutaias não chocam e ninguém denuncia ou fica indignado, mas diante da nudez há um clamor geral.
Se a manifestação ocorrida no Ibirapuera acontecesse com maior frequência, talvez pudéssemos ter uma clara noção da mentalidade do povo. Ou aceitariam e entenderiam ou seria proibido totalmente, porque, com certeza teriam reclamações e denúncias de atentado ao pudor, o que não ocorreu desta vez.
Por que atentado ao pudor, se as autoridades e governantes não tem pudor nenhum e nem vergonha na cara? Isto precisa ser repensado.
Recentemente estive no Rio de Janeiro com um casal de espanhóis e a mulher fez topless na praia de Copacabana. Ela fez perto de um posto policial, mas antes perguntou aos policiais se não teria nenhum problema e eles disseram que não e que ela poderia fazer topless.
Dai entendemos que as pessoas não fazem porque não querem... porque a polícia até dá proteção.
Mas tem uma coisa: quem não quer fazer também não quer que ninguém faça e aí denuncia.
E os comentários dos naturistas não foram felizes, já que se eles atingiram um estágio evoluído de liberação do corpo, porque limitar a evolução dos outros.
Precisamos de mais espaços e não se limitar aos já existentes.
Devemos pensar em sair do casulo e se mostrar mais no naturismo, perdendo o medo que sempre nos foi imposto por  ideias  e comentários errados a respeito.
Os naturistas devem defender mais o naturismo para que ele saia da condição marginal.

A questão naturismo, ainda esbarra no “socialmente correto”, e as pessoas que no final de semana fazem parte dos encontros naturistas, em chácaras “fechadas”, não querem ser descobertos na segunda feira pelo seu chefe ou pessoal da empresa que trabalha.
Na igreja que frequenta, em sua família muita das vezes..... então os naturistas ficam na defensiva.

Em Copacabana, praia que sempre foi motivo de alegria aos cariocas, deve ser sim praia do TOPLESS.
Quem deseja tirar tudo, vai para ABRICÓ.
O topless nas praias brasileiras não é “proibido”, e segundo o principio ontológico do direito o que não é proibido é permitido; porem como nossas leis são ridículas, basta uma “autoridade” se sentir no direito de reclamar ao “pudor da família” e pronto, policia armada, todos na delegacia para “registro do BO”.
Tento por vias políticas fazer uma “lei federal”, dando total amparo ao TOPLESS em todas as praias brasileiras. Segundo o senador Suplicy existe a tal bancada evangélica que é totalmente contra esta ideia... mas vamos tentando...
O ato no Ibirapuera deve ser feito, incentivado, dado total e amplo apoio. Mostra que o naturismo é NORMAL, é simples, e NATURAL.
Se não houve na primeira vez ninguém contra, vamos fazendo e quem sabe nunca terá uma denuncia.......
Mas um advogado deve ser avisado, e ficar de sobre aviso no dia da ocorrência.

segunda-feira, 5 de março de 2012

O naturista deve levar toalha. E mordaça?

Conheci a praia de Abricó fim de semana retrasada, mas não encontrei o nobre Pedro Ribeiro, editor do Jornal Olho Nu, e o fundador, a luz, o verdadeiro Marquês de Abrico.

Porque não encontrei? Porque ele estava em Tambaba, não de passeio, mas respondendo um processo:  uma tentava de amordaçar o Jornal Olho Nu. Os leitores habituais da imprensa naturista vão lembrar que Pedro publicou uma carta sobre a pousada Colina dos Ventos, onde parece que todos os hóspedes que compraram o pacote de ferias do fim do ano, abandonou o lugar antes de Revillion - mas depois de um assalto. Pedro retirou a matéria do site (e nós o publicamos aqui) e tem escrito muito pouco sobre o assunto, mas disse que foi processado pelos responsáveis pela Colina dos Ventos.


Não é para confundir com a outra pousada do mesmo nome funcionando desde 1995 em Fernando de Noronha.


O site do Tribunal de Justiça de Paraíba informa que o processo 041.2010.000.834-5 movido por "POUSADA SUNPLENTY LTDA." , foi "extinto sem julgamento do mérito". Mérito não tinha nenhum: a publicação de uma carta alertando turistas potenciais de um hotel que não atende as exigências mínimas, cabe perfeitamente dentro da liberdade jornalistica.

Recentemente, a Folha de S. Paulo escreveu da despesa e da dificuldade de responder às dezenas de processo movidos contra o jornal, em todos os cantos do pais, pela Igreja Universal. Na época, a advogada do jornal, Dra. Taís Gasparian, comentou isso comigo, quando conversei com ela em frente da igreja católica de Taquara, no meu celular grampeada pela promotora da comarca, Dra. Natália Cagliari.

Matéira no Yahoo ontem fala do jornalista do Pará condenado por ter denunciada o maior grilagem do País, artigo semelhante se encontra aqui, com o título "A censura pela intimidação".

Ambos os artigos falam a mesma coisa: até para a imprensa grande, processos sem mérito servem para tentar calar a boca do jornalista. No caso do grilagem, apesar do registro das terras - maior de vários estados brasileiros, e maior de uns países - foram cancelados, mas o jornalista perdeu o processo. Grilagem assim não se faz se a participação do judiciário, ele disse.

Como então fica para um jornal sem fins lucrativos, com Jornal Olho Nu, que existe devido ao noblesse oblige do Pedro? A despesa de responder um processo destes, o custo de passagens, o atrito causado até por um processo na justiça especial, que demorou no caso dois anos, serve como uma maneira não muito velado de calar um jornalista que desagrada.

Pedro retirou a carta do ar, mas não disse se for devido a um liminar, um simples ameaça, ou uma tentativa de usar o conselho de "ética" da FBrN contra ele. Nós publicamos a carta aqui. (A índice de Blogger está tendo um tremelique no momento, mas depois coloco o link).

Ainda, ouvimos que o motivo de tanto rebuliço, era que a Colina dos Ventos, estava a venda. Aparentemente no mesmo molde que o Hotel Ocara: vende-se o empreendimento na "fase de esperança", antes que a realidade pode murchar o valor.

Ná época, ouvimos de um amigo na Alemanha que uma aproximação foi feito a um clube naturista de lá, e publicamos uma alerta, Colina dos Ventos, clear and present danger, que foi circulado em listas naturistas europeias, e espero que tenho evitado que algum alemão chegasse a sofrer o mesmo destino que Dana Wayne Harbour, que perdeu toda sua poupança no fraude do Hotel Ocara, antes de morrer num "assalto". Pelo menos a Colina dos Ventos continua a venda pelo menos no Internet: quem tiver a paciência para assistir o slide-show pode reconhecer vários dos "suspeitos de sempre".


A Praia de Abricó parecia um lugar sossegado, que funcionava muito bem sem as vários jabuticabas da era vermelho de naturismo brasileiro, como a proibição de solteiros desacompanhados. Ainda não sofreu da atual onda de acusações falsas de pedofilia que viraram praxe na politicagem naturista, e que continuará parte até que algum acusador seja preso por denúncia caluniosa.

Vi no Abricó o que é essencial, e o que é dispensável, para o naturismo. A FBrN e suas regras homofóbicas, sua "conselho de ética" de paus-mandados, sua pequeno bando de gente que enriquece vendendo castelos nas nuvens antes que o vento soprar - são dispensáveis. Os naturistas que recebem novatos sem se preocupar em como os separar do seu dinheiro, que contribuem para naturismo que vez de exigir que ele os sustenta, que vejam a ética como guia e não como chicote - estes são essenciais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Naturismo brasileiro no TRIP

A revista TRIP já tratou de naturismo em várias ocasiões.

""Pelada ficava a sua vó Despidas de preconceito, revistas de nudismo dos anos 50 promoviam o naturismo no Brasil" fala de Paulo Pereira da Silva, Luz del Fuego, e Pedro Ribeiro (cuja revista online TRIP chama de "Olhar Nu").

Este deslize é pequeno ao lado de um grande acerto: achou Celso Rossi dispensável à historia de naturismo brasileiro.

A matéria examine quando o naturismo era, realmente, uma luta: quando era visto pela sociedade como uma ameaça ao moral, e não como uma oportunidade de aumentar Ibope. Quando ser naturista era lutar contra o maré, e não surfar na onda.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Gatas no mesmo saco

Nelci Rones foi preso perto de Tambaba, faz quase um mês, e até agora o que apareceu contra ele é que ele tinha fotos naturistas de crianças, no maior parte, dos seus próprios filhos. 

Revista QUEM
Parece que ele não está sozinho neste pecado. Em março de 2009, a revista QUEM publicou fotos de Pietro, filho de Giovanna Antonelli e Murilo Benício, tomando banho de mar pelado na praia de Grumari.

Pela lógica da Prefeitura de Tambaba, na praia de Grumari, pode; ao lado na praia de Abricó, não poderia, pois praia de nudismo é impróprio para menores de 18 ...

(Vale notar que o blog do link vende publicidade ligado a palavras-chaves; a palavra "filho" na matéria, leva para a propaganda "Quem não tem Roupa Suja para Lavar que atire a primeira tampinha").

Bauer-Griffin
Ainda, encontramos  uma foto da brasileira Gisele Bundchen na praia com seu filho Benjamin, nove vezes depois que ele veio ao mundo, e ainda vestido da mesma maneira.

Presuma-se que Gisele não falta nem dinheiro para vestir o pimpolho, nem estilista disposta a fazer isso grátis.

É opção mesmo, que assim é a maneira mais confortável para o filho curtir a praia.

Que diferença há entre estes fotos e as de Nelci Rones?

Bem, sem nenhum disrespeito ao Nelci Junior, que nem conheço, uma comparação de fotos do próprio Rones e de Gilsele Bundchen sugere que é provável que Benjamin aos nove meses fosse mais bonitinho que Júnior ao mesmo idade. Ainda que todos os nenês são bem semelhantes tanto na sua beleza quando seu nudez.

Outra diferença é que Nelci está sendo mantido preso para verificar a possibilidade de que seus fotos foram veiculadas pelo  Internet. No caso de Gisele e Giovanna, nem é preciso verificar - já está comprovada, pelos links acima.

A lei é para todos, e deve tratar todos da mesma maneira.

Sugiro, então, que a polícia e a promotoria de Paraíba devem, de imediata, prender Gisele Bundchen e Giovanna Antonelli. Podem até compartilhar a mesma cela de Nelci Rones. Pelo menos isso tornaria mais agradável sua espera para a Justiça de Paraíba