sábado, 9 de julho de 2011

Colina do Sol - que bicho é este?

A Colina é muitas coisas para muitas pessoas.
Mas no caso, o elefante é branco. 
Esta semana postamos um Communicado da "nova" diretoria da Colina do Sol, uma mistura de informações específicas e omissões significativas.

Sabemos do comunicado que a bomba, que estava no fundo do poço, estouro e foi preciso começar de novo com outro poço. Sabemos (que já sabíamos) que as finanças da Colina estão no fundo do poço, mas ouvimos do He Who Must Not be Named, o presidente sem rosto que emitiu mas não assinou o Communicado, a pretensão de seguir com os mesmos procedimentos que já se mostram ineficazes, e que nos já mostramos aqui e no outro blog, são ilegais.

Uma das questões fundamentais, é "O que é a Colina do Sol?" É condomínio, é atração turística taquarense, é vitrine para o naturismo brasileiro e latino americano, é resort? O Comunicado chega numa resposta simples - é condomínio, ainda que chama de "clube", a diferença sendo que a lei brasileira assegura diretos para condôminos, mas um "clube" pode fazer o que quiser.

A resposta do Comunicado está errada. Como sei? Uma lição das aulas de filosofia no Yale, muitos anos atrás: uma resposta simples para uma pergunta complicada, está errada.

Além disso, quando em 2008 pareceu possível comprar a área da Colina do Sol em leilão judicial - antes que comecei cavar exatamente o que era a área, e desenterrei os esqueletos das fraudes das terras - era preciso montar um "business plan", uma plano de negócios, para que haveria retorno para os recursos investidos, e para re-erguer o empreendimento, arranhado pelas acusações falsas de pedofilia feitas pelos desafetos e credores de Fritz Louderback.

Para fazer tal, era preciso entender o que era uma área naturista, ler sobre equivalentes nos EUA e na Europa, e apareceu nitidamente que o lugar tinha duas vocações: de condomínio de lazer, e de área que recebe visitas. E que na segunda, servia como cartão-postal da cidade de Taquara, onde está instalada, e onde recebe benefícios da prefeitura.

No Brasil, tanto Tambaba quanto o Mirante do Paraíso somente recebem visitas. Rincão recebia visitas, mas as últimas informações que tenho é que o dono de parte da área rompeu a cessão, e agora é somente para os condôminos. Pinho tem a praia que vive de visitas, e ao lado o condomínio AAPP, também em área ocupada e vendida por Celso Rossi, sem antes ter a comprada.

A importância de visitas para a Colina do Sol

O "Comunicado" informou que:
... visitantes. De fato, uma leitura do balanço geral mostra que durante o ano 2010 contribuíram, em termos de taxas de portaria, com a quantia de R$ 22.000,00, um valor bastante significativo.
Como é de praxe com a Colina do Sol, informa muito menos do que parece. Quanto é a taxa da portaria? Que parte deste total é dos grandes feriados e Carnaval? Parece que na Praia do Pinho, o Carnaval (que é menos para naturismo do que para libero geral) paga as contas do empreendimento para o ano inteiro. Misturar as receitas daquela semana com as de outras épocas, não ajudaria entender como funciona o Pinho.

Atualmente, creio que a taxa da portaria da Colina é de R$20 reais, e durante grande parte de 2010 era de R$10. O valor menor daria um total de 2200 visitas durante o ano inteiro. Chutando metade para "grandes feriados", ficamos com 1100; dividindo por 50 fins de semana, dá 22 por fim de semana.

O que eu ouvi, de vários fontes, é que o número de visitas de fim da semana era normalmente de 8, 10, por aí. Se ficassem sábado e domingo, dobra o número de taxas, e chega mais ou menos ao que o Comunicado alega.

Realmente, na prática, não paga nem o custo de manter alguém na portão para cobrar a entrada. A portaria, é claro, serve para outras coisas, como parar oficial de Justiça até que o procurado pode dar um sumiço, ou infernizar a vida dos credores dos Sócios que Recebem, barrando seus visitantes.  


Um caso específico

No último verão, eu estava em Taquara, e um jovem comerciante me falou que pretendia visitar a Colina do Sol. É um rapaz simpático, que em razão dos seus negócios precisa lidar com o pública, tarefa em que é bem-sucedido.

Ele foi para a Colina do Sol, junto com uma amiga que topava a aventura, num domingo de sol. Foram para lá, prontos para pagar a entrada e tira a roupa. Foram barrados na porteira, ouvindo que não tinha ninguém disponível para acompanhar-los para mostrar o lugar, que era preciso ligar antes, marcar, aquela encheção toda.

Foram para outro lugar gastar o seu dinheiro.

Ele voltou sozinho, outra vez, com a mesma resultado. Disse que não volta mais.

Um freguês satisfeito traz outros, um dissatisfeito, espanta dez. A incapacidade de receber o dinheiro de quem chega na porta disposta a pagar, mostra que a situação de visitas à Colina do Sol é bastante diferente do que a Diretoria está contando no seu Comunicado. E este jovem não é a única pessoa com que falei, que foi barrada na Colina do Sol sem motivo. Ou por motivos ligados à politicagem interna.

O Camping e o hotel

Sem a entrada de visitas, como proposta por He Who Must Not be Named, como ficam o camping, o hotel, e o aluguel de cabanas? Os Sócios que Recebem, que acham que a Colina e lhe devem o sustento, vão sobreviver de que? Somente sugando o outro classe de membro, os Sócios que Pagam?

O Comunicado não toca neste assunto importante. Vai ver que há uma exceção às regras para este pessoal, como desde a fundação da Colina do Sol, sempre tinha exceções para certas pessoas, que não precisavam cumprir as regras, mas que poderiam impor rigorosamente regras existentes e inexistentes contra seus desafetos.

Condomínio?

Sr. Fritz Louderback, que fez mais do que qualquer outro para erguer a infraestrutura da Colina do Sol, mantenha que o lugar até poderia funcionar como condomínio, ou como uma combinação de condomínio e resort, nos moldes de Cypress Cove. Ele já foi presidente da Colina, e entende como funciona um condomínio naturista.

Porém, condominio. Regido pela Lei de Condomínios, que garante os diretos dos residentes. Os abusos costumazes do "clube" Colina do Sol, não funcionaria mais com um condomínio. Quem compra, teria direto.

Exageram no dose com Fritz Louderback. Ele reagiu, outros reagiram, e a maneira que funcionava a Colina agora ja é de conhecimento público. Não há mais trouxas para por dinheiro nos "titulos" e "concessões" do CNCS.

O modelo atual foi desnudado para o que é: dois classes de sócios, os que vivem da Colina, e os que são alvos da esquema  "engana, espreme, expulsa", os Sócios que Pagam. Ninguém que tem um conexão de Intenet vai cair mais nesta emboscada. A Colina não pode contar mais com a rotatividade das trouxas.


Mas o que é o plano?

O plano proposta pelo He Who Must Not be Named e pela nova diretoria - que parece é os mesmos nomes de sempre - nós vamos tratar num outro postagem. Mas, já vou adiantar, que há uma palavra para o que é proposta. Há até um capítulo do Código Criminal, o artigo 171.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

As bombas começam estourar na Colina do Sol

A cabeça da administração é um incógnito
Publicamos ontem o "Boletim Informativo N°. 01" da admini- stração atual da Colina do Sol, sob a presi- dência de alguém cujo nome o boletim não informa. Tudo escrito por He Who Must Not be Named é cheio destas estranhas lacunas.

Confirma que a bomba d'agua estourou. As bombas das terras são para estourar também, e há outras bombas ainda, prontas para detonar. Mas destas, não se trata.

Fala que alguém acompanhou o "processo de doação da Masti", sem informar que a Masti foi doado. Dado os armadilhas sempre presentes nas "doações" feitos pelo Celso Rossi e Paula Fernanda Andreazza, seria bom saber quais contrapartidas fizerem parte desta "doação", e quais obrigações atuais ou potenciais foram assumidas. Pode ser que foi um negocio limpo, mas cachorro mordido por cobra tem medo de lingüiça.  E de cobras a Colina do Sol está cheia. 

Para  começar, a Colina do Sol está sentada acima de terra que é de simples posse, ou de terceiros, ou penhorada para garantir as dívidas trabalhista de Celso Rossi, ou para ser penhorada para quitar a dívida dele com o BRDE, onde de maneira fraudulenta ofereceu a escritura de um terreno que não tem nem sequer uma cabana em cima, dizendo que era o terreno ao lado da lagoa onde o hotel foi parcialmente erguido - e até a lagoa.

Que solução a administração propõe para estes problemas, importantes e cada vez mais urgentes? Nem reconhece os problemas. Soluções existem, começando com um levantamento das terras, confirmando que o hipoteca de BRDE recai sobre o terra sem valor, e não no filé da Colina. Mas o assunto passa em branco.

O que pifou 

A "informativo" explica o que deu com o poço. Eu sabia de vizinhos que houve um barulho infernal de furar um poço novo, e tinha ouvido que os raízes dos eucaliptos foram o motivo. O boletim explica pelo menos isso em detalhe.

Nas entrelinhas, fica claro também que há problema com os equipamentos:
  • da piscina de pedra, 
  • da piscina térmica,  e 
  • da sauna 
e não há previsão de conserto, nem dinheiro. "Não há margem para atender a nenhuma dessas exigências," nas palavras de He Who Must Not be Named.

A Colina saiu da FBrN 

O informativo tem o mérito de informar que a Colina saiu mesmo da FBrN. O que a FBrN falou, é que "pediu para sair". Pediu, coisa nenhuma. Não é preciso pedir licença. A FBrN teria como argumentar, talvez, se tivesse prosseguido na averiguação sobre as terras, comprados quando Celso Rossi usava o CNPJ da FBrN para tudo. Mas a Federação abriu mão disso. E a Colina do Sol deu às costas da mão para o FBrN.

Selinho

O saída da FBrN tem seus raízes, conforme o comunicado, no custo dos selos da INF, que deu um prejuízo de R$2000 no CNCS.  A "adminstração anterior" tinha comprado duzentos selos. O porque disso não é explicado no memorando, mas é só dar nomes aos bois. A "adminstração anterior" é Etacir Manske e João Olavo Paz Rosés, que com os votos aos quais estes selos deram direto, eleger-se conselheiro e presidente da FBrN.

Compraram a eleição, e penduraram a conta.

Que a Colina deixaria a porta bater nas bundas bronzeadas deste par não foi nenhuma surpresa. Já era esperada. Por isso Wagner, aquele de cocar, não perdeu a vaga de conselheiro da FBrN quando sua base, Sonata, deixou a Federação. Teria aberto um precedente. Ele continuando, Eta e Joâo Olavo poderiam também continuar.


"Transparência" financeira

O boletim promete transparência financeira - e não entregue. Foi apresentado em março, ouvi, um balanço da Colina do Sol. Desde então, sr. Silvio Levy, dono de mais de metade das "concessões residenciais" e de uns 40% dos "Titulos Patrimonias", tem requisitado uma cópia do dita cujo, e não tem recebido.

Se nem ele recebe, quem mais vai receber? Diz que é para comparecer na Secretária. É uma maneira de dizer, quem mora longe, não receber. Muitos "títulos" e "concessões" foram vendidos para estrangeiros; para eles, a "transparência" só vale com uma viagem intercontinental?


Clube, Condomínio, ou Resort?

O que é, exatamente, a Colina do Sol, é uma pergunta levantada já com resposta. Para a diretoria atual, a questão é simples. Na realidade, não é. Registramos hoje que notamos o assunto, mas a análise do mesmo, fica para a próxima.

sábado, 2 de julho de 2011

Bombas bombásticas

Recebemos um "boletim informativo" da Colina do Sol. O texto é extenso, e uns trechos falam pouco e dizem muito, enquando outras falam muito e dizem pouco. Por exemplo, vários conselheiros são elogiados, pelo nome. O documento termina com a "Palavra do Presidente", mas o nome do presidente não aparece em lugar nenhum. Isso ilustra bem a "transparência" deste boletim. Se a transparência é colocar a verdade nua e crua, isso é mais para strip-tease.



Mas agora, a palavra é com a Colina. Depois, a gente comenta.
 
 
CLUBE NATURISTA COLINA DO SOL – CNCS
Estrada da Grota, s/nº, Morro da Pedra, Taquara-RS
www.colinadosol.com.br

 

BOLETIM INFORMATIVO N°. 01
Gestão 2011/2013
 

 
DESFILIAÇÃO DA FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE NATURISMO
 
O Conselho Deliberativo decidiu, por unanimidade, pelo desligamento do CNCS junto à Federação Brasileira de Naturismo. Após rigorosa análise, constatou-se que a associação do CNCS à Federação não traz nenhum benefício para o clube.
 
Na última gestão, a Colina do Sol comprometeu-se com a Federação Brasileira de Naturismo a comprar 200 selos do International Naturist Federation (INF) para vender aos seus sócios. A procura destes selos, no entanto, foi mínima, indicando a falta de interesse por parte de nossos sócios na obtenção dos mesmos. Alguns membros do atual Conselho Deliberativo, com vistas a cumprir os compromissos assumidos pelo CNCS, decidiram arcar pessoalmente com o pagamento da quantia de R$2.000,00 necessários para o pagamento dos selos, na esperança de virem a ser reembolsados futuramente. Com vistas a elidir passivos futuros no mesmo sentido, foi decidida de forma unânime a desfiliação da FBrN.
 
O fluxo de visitantes também não apresentou aumento significativo, indicando a inexistência de benefícios concretos para a manutenção da associação junto à FBrN.
 
De outra ponta, apesar do longo período de tramitação em Brasília do projeto para regularização da prática do nudismo, a Lei Gabeira não foi aprovada e agora, pelo fato do próprio deputado, promotor do projeto, não ter se reelegido, o seu arquivamento é praticamente certo. Também sob esta ótica a manutenção da associação à FBrN não se mostra viável.
 
SITUAÇÃO FINANCEIRA
 
Na visão do novo Conselho Deliberativo, eleito em março deste ano, é imprescindível que os sócios acompanhem a situação financeira do clube. A transparência na prestação de contas, além de ser um direito dos sócios, permite-lhes compreender as dificuldades financeiras enfrentadas pela Colina.
A Colina do Sol sempre funcionou com um caixa bastante apertado. As fontes de renda sustentam com dificuldade a administração cotidiana. Qualquer providência necessária, como a reposição de equipamentos, reformas, renovação de instalações, etc., esbarra em dificuldades financeiras que tentamos superar com empenho e criatividade.
Para que os sócios entendam melhor a posição em que nos encontramos estamos disponibilizando aos sócios alguns relatórios financeiros, que poderão ser retirados na secretaria do Clube.
O consenso entre os conselheiros é que devido à cobrança, por parte de alguns sócios, no sentido do conselho resolver com rapidez a questão dos equipamentos da piscina de pedra, piscina térmica e sauna não há como atender essa cobrança a não ser com a entrada de dinheiro adicional à taxa de manutenção. Não há margem para atender a nenhuma dessas exigências.
 

COLINA DO SOL: AUTO - SUSTENTÁVEL?
 
Sempre se deu bastante atenção à presença de visitantes. De fato, uma leitura do balanço geral mostra que durante o ano 2010 contribuíram, em termos de taxas de portaria, com a quantia de R$ 22.000,00, um valor bastante significativo. Consideramos, contudo, que clubes sociais não podem depender de ingressos eventuais para a sua administração. Os clubes são mantidos pelo seu quadro social e são os sócios que devem ser priorizados pela atenção e ações promovidas pelos dirigentes do clube. A entrada de visitantes pode ser estimulada em situações específicas, como festas e bailes, mediante o pagamento de uma taxa. Por outro lado, a entrada habitual de pessoas estranhas ao quadro social não é praticada por clube algum. E porque não? Clubes são administrados com uma base forte de sócios que pagam regularmente suas mensalidades. São pessoas aprovadas pela diretoria antes de serem aceitas como sócios e que pagam uma jóia de ingresso pelo privilégio de poderem usufruir das instalações e atividades oferecidas. É criado, assim, um elo de co-responsabilidade entre todos, o qual não pode ser estabelecido com visitantes e freqüentadores esporádicos. É razoável e necessário que qualquer clube zele por sua reputação e autonomia. Em nosso caso, há um fator de bastante relevância, que impõe rigor maior quanto ao acesso de pessoas não associadas, dadas as peculiaridades da filosofia naturista que une a todos nós. Além do desconforto criado por abordagens inapropriadas de meros “curiosos”, há outro aspecto que torna inconveniente o ingresso indiscriminado de não-associados, que trata do direito individual de cada associado de querer se expor ou não a terceiros, meros visitantes, adeptos, ou não, da filosofia naturista. Por ser deveras difícil fazermos esta triagem, entendemos que cautela é a palavra de ordem.
E não por outro motivo é que propomos que aos visitantes seja concedida a possibilidade de freqüentar o clube por duas vezes, para sentirem o ambiente. Desejando retornar, teriam que se associar.
Sendo aprovada esta sugestão, faríamos uma ampla divulgação através do site, utilizando o nosso mailing list. Para favorecer a associação, a jóia de ingresso poderia ter seu valor reduzido durante um tempo pré-estabelecido.
Solicitamos que os associados enviem seus comentários sobre este tema à Presidência através do email  presidência?@colinadosol.com.br
Visitantes habituais vindos de outros estados poderiam receber uma atenção diferenciada. Isso poderá ser estudado.

 
 
RELATÓRIO DAS ÁREAS

 
 
ADMINISTRAÇÃO/FINANCEIRA
 
Nestes três meses (março, abril e maio) a área administrativa e financeira vem atuando  de forma clara e dinâmica, sendo  administrada pelo Conselheiro Lauri Arend.
As seguintes atividades foram realizadas:
  • No mês de março de 2011, organizou o processo eleitoral na Colina do Sol.
  • Na reunião de 30/04/2011, apresentou o fluxo de caixa dos meses de janeiro a março de 2011, demonstrando a inadimplência do CNCS.
  • Acompanhou todo o processo de Dação do Masti, a qual os sócios Egon Stalhoefer e Cândida Furtado fizeram para a Colina do Sol.
  • Atualização de todas as listagens dos sócios da Colina do Sol
  • Acompanhamento e auxílio em todas as áreas no que é preciso. Divulgação dos acontecimentos e  informativos da Colina do Sol para todo o mailing list do CNCS.
  • Acompanhamento dos balancetes junto ao escritório de contabilidade do CNCS.
 
 
INFRAESTRUTURA/OPERACIONAL
 
Foram executadas atividades de rotina: limpeza dos galhos de eucaliptos, conservação da praia e manutenção das ruas.
Neste período foram necessários pequenos reparos nos portões, na parte hidráulica, no sistema elétrico e na Sede Social.
A equipe da diretoria operacional realizou ainda, após a aquisição de 270 metros de cabo 3x4mm, uma importante obra relacionada com o sistema elétrico dos poços artesianos, a qual consistiu em:
-substituição do local da caixa de comando do poço 2 para junto das caixas d’água;
-instalação de um medidor que possibilitará dimensionar o consumo de energia elétrica dos poços artesianos;
-preparação de 200 metros do cabo para alimentar o futuro poço 4;
-preparação da parte elétrica, viabilizando o afundamento da bomba do poço 2 em até 30 metros.
Valor investido: R$ 1.296,00
Ao constatarmos que o poço 1 não estava mais funcionando, fizemos todos os testes e verificamos que duas das três bobinas do motor da bomba estavam interrompidas (queimadas).  Para que se possa resolver este tipo de problema, é necessário retirar a bomba e rebobinar o motor. Contratamos uma empresa especializada para a retirada da bomba, que está a 100 metros de profundidade. Na primeira tentativa e usando-se toda a força que os materiais permitiram, constatou-se que a bomba ficou trancada nas raízes dos eucaliptos a 12 metros da superfície. Na segunda tentativa, com a utilização de ferramental especializado, procurou-se remover as raízes a partir da superfície. Foi possível limpar apenas até 6 metros de profundidade, restando 6 metros de obstrução e tendo a bomba permanecido dentro do poço. Tornou-se impossível qualquer tentativa de nova perfuração naquele poço, que foi abandonado, tendo-se optado pela perfuração de um novo.
 
MEIO AMBIENTE
 
A área da portaria da Colina do Sol foi beneficiada com o plantio de 35 ciprestes, criando uma “cerca viva”. Sendo esta uma espécie de crescimento rápido, logo nossa entrada apresentará um aspecto agradável para quem chega.
O Conselho Deliberativo, em resposta à sugestão feita pelo conselheiro Vicente, aprovou a criação de uma pequena área a ser chamada de “Reserva Florestal”, próxima ao campo de futebol de areia. O trabalho está sendo executado pelo próprio conselheiro e a limpeza do terreno já foi concluída. A proposta segue o nosso princípio de preservar o meio ambiente, buscando criar uma área de plantio seletivo com espécies nativas, o que facultará o seu conhecimento e divulgação, além de contribuir para o embelezamento do clube. O esforço voluntário do conselheiro, juntamente com o sócio Neri, é evidente para quem passa na Praça do Sol, cuja beleza também nasceu de sua criatividade e dedicação.
O pomar da Colina do Sol, projeto nascido há alguns anos através da ação voluntária do sócio Octávio Steffens, encontrava-se bastante descuidado, com o mato crescendo sobre muitas das árvores frutíferas. Foi feita uma grande limpeza da área, através de serviço contratado e custeado pela sócia Cândida, com ampliação da área destinada ao plantio de frutíferas. Entusiasmado com a retomada desta área, o Conselheiro Vicente abraçou mais este projeto, investindo muito de sua energia e trabalho para consolidar a sua revitalização. Hoje podemos passear pelo pomar curtindo a sua beleza, admirando árvores carregadas de frutos e, ainda melhor, podendo saborear e colher alguns deles, numa alusão muito próxima ao éden primitivo...
Ao longo dos anos, temos pautado nossos projetos de forma a preservar da melhor forma possível a Natureza, buscando reduzir até mesmo o impacto visual que nossas construções pudessem causar, através da escolha e do uso de materiais que dialogassem de forma natural com o meio ambiente. Estamos atingindo nossos objetivos iniciais – a Colina do Sol se expande ecológica e bela, num ritmo de atividades que não restringe o trinado dos pássaros e o caminhar dos pequenos animais silvestres...
 
ORDENADOR
 
Ordenador de despesa é "toda pessoa e qualquer autoridade de cujos atos resultarem emissão de empenho, autorização de pagamento, suprimento ou dispêndio de recursos."(Decreto-lei Federal nº 200/67, art. 80); sujeita-se a procedimentos de tomadas de contas organizadas e realizadas pelos órgãos  de controle interno (contabilidade). A Colina do Sol na gestão atual tem como ordenadora a conselheira Loraci Reis da Luz. Nos meses de março, abril e maio acompanhou diretamente todos os pagamentos, junto com a área Financeira. A missão de Ordenadora é muito importante para o crescimento da Colina do Sol.

 
SOCIAL
 
Sob o comando da conselheira Dionéa, a Sede Social foi reativada, após anos de inatividade. Ocupando um local privilegiado na Colina e favorecida com um ambiente interno aconchegante, tem sediado não apenas os eventos promovidos pelo clube, como festas particulares.
O equipamento, desde o fogão industrial, passando por panelas e louças, até os mais simples utensílios de cozinha, foi doado, todo ele, por sócios.  
Cobra-se uma taxa pelo uso do espaço. Em diversos eventos arrecadou-se verba extra, através de leilões, rifas e contribuições espontâneas, destinada a um fundo de manutenção do prédio e da compra ou reposição de utensílios e objetos necessários ao bom funcionamento da Sede Social.
Reservas para festas particulares devem ser agendadas com antecedência, com a conselheira Dionéa, através do endereço de e-mail  social@colinadosol.com.br
Futuros planos incluem a extensão da área externa, o que permitirá a colocação de mais mesas, algumas com guarda-sóis, que certamente serão muito bem-vindas nos dias de calor...
 Obedecendo a lista de prioridades estabelecida pelo Conselho Administrativo para a execução das obras já listadas, este projeto depende, como os demais, de um ingresso financeiro compatível com a sua execução.
Destaca-se, neste trabalho de reabertura da Sede Social, a presença ativa dos sócios que, através de doações e trabalho voluntário, estão contribuindo para a dinamização da vida social colineira. Contribuem, ainda, com a preservação de um local que por muito tempo albergou momentos expressivos de confraternização e celebração e que lastimavelmente estava entregue ao abandono.
 
VICE-PRESIDÊNCIA
 
O Conselheiro Gerson tem prestado valioso serviço de apoio às ações da Presidência e atua, também, como Ouvidor.
A tarefa de circular pela Colina, colhendo reclamações, opiniões e sugestões, é extremamente importante para estabelecer uma ponte entre os sócios e o Conselho Deliberativo. A partir desse olhar pluralizado, acreditamos que as nossas decisões estarão em maior sintonia com os anseios e expectativas do grupo social que representamos.
 
 
Os seguintes documentos poderão ser requeridos pelos associados junto à Secretaria do Clube:
 
1.        Balanço Geral ano 2010;
2.        Balancetes meses janeiro, fevereiro e abril 2011;
3.        Prestação de Contas;
4.        Relatório de visitantes 2010/2011.
 

 
PALAVRA DO PRESIDENTE

 

Tive ocasião, durante a gestão 2007/2009, quando fiz parte do Conselho Fiscal, de escrever no Boletim Informativo do Conselho Fiscal sobre a questão de voluntariado.
Como é do conhecimento de todos os sócios, diferentemente dos síndicos de condomínios, os próprios conselheiros  são voluntários. Oferecem seu trabalho e suas horas de lazer em prol da comunidade sem nenhum interesse a não ser o desejo de ver a Colina prosperar e continuar oferecendo a todos uma área onde possamos desfrutar do naturismo em sua plenitude.
Além disso, valores bastante consideráveis têm sido doados e sua  utilização contribui para melhorias do clube que permitem um maior conforto a todos os sócios.
O que ainda nos falta é um envolvimento maior por parte dos sócios em geral. Não apenas através de serviços voluntários e contribuições financeiras, que são sempre bem vindos, é verdade, mas também através de um maior contato conosco, com sugestões e uma presença mais ativa na vida cotidiana da Colina do Sol.
Unidos e trabalhando juntos, poderemos alcançar mais prontamente os objetivos que traçamos para o crescimento e o embelezamento do nosso clube.
 
 
 

Colina do Sol  30 Junho de 2011
 
 
Clube Naturista Colina do Sol
www.colinadosol.com.br