sábado, 6 de dezembro de 2008

PELADISTA SIM, NATURISTA NÃO!

Olá naturistas. Realmente decidi mudar de lado definitivamente. Já explico. É que naturista só se reúne para comer. Então prefiro continuar com minhas preocupações de ordem social, política, econômica, cultural, ambiental, filosóficas, etc. e ainda ser peladista. Quero ficar pelada porque simplesmente me agrada e não porque se eu tirar a roupa de algodão, seda, lycra ou o caramba, eu vou transformar a humanidade através desse gesto. Tirar a roupa, para o peladista é inclusive metafórico. O peladista não quer transformar algo que deve fazer parte de todo ser humano como respeito ao próximo, respeito à natureza, respeito à diversidade, etc., em algo tão distante de nós mortais a ponto de fazer parecer algo inatingível. O peladista é mais prático, mas terra a terra. Eu já aderi! E você? Vai continuar a transformar coisas básicas em algo estritamente teórico? Algo de que só se pode filosofar e não colocar em prática como por exemplo prestar serviços comunitários, fazer doações? Seguir exemplos de pessoas como o Pedro do Jornal Olho Nu, do Cesar Fleury que promoveu a campanha para o natal solidário das crianças?

Ô gente! Esqueçam que são naturistas ao menos alguns segundos na vida e ajudem alguém. Isso faz um bem!!! (Nossa até rimou, isso é um sinal!)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Natal Naturista Solitário

A lista de discussão Papo Naturista (http://br.groups.yahoo.com/group/Papo_Naturista/) esta fazendo a campanha “NATAL NATURISTA SOLIDÁRIO”.

O Cesar Fleury sugeriu as “crianças atendidas na CRECHE FREI CHICO”. O dirigente da entidade pediu para mandarem preferencialmente roupas (camisetas, blusas, calças, meias) para as crianças e adolescente, mais que brinquedos, contudo a critério de cada um. Quem quiser pode escrever diretamente para o Cesar tokteltelecom@terra.com.br para maiores informações. Como ele diz: “Gente, vamos fazer uma grande festa na entrega para estas quase 70 crianças.”

Presentear as crianças com roupas. Ta certo alguém pode fazer um brincadeira dizendo como pessoas que querem ficar peladas “dão roupas de presente”. Posso brincar também: claro se não preciso mais vou dar de presente. Entrei na campanha promovida pelo Cesar Fleury. Falei para o Cesar que vou enviar o dinheiro para que ele compre coisas legais, bacanas para os jovens que estamos presenteando. Afinal ele esta mais perto delas e pode saber o gosto ou estilo de cada uma.

A campanha estendeu-se outros grupos: o Sampanat e o Sampanu. Agora falta outros grupos naturistas aderirem à campanha.
Espero que de certo a campanha; que as pessoas possam saber que os naturistas são pessoas solidaria e que se preocupam com o próximo. Que os naturistas não ficam apenas nas palavras, mas partem para a ação

sábado, 29 de novembro de 2008

Como nasceu este blog

Ariana é uma amiga que conheci no teatro, mais ou menos na mesma época em que conheci a Rosana – a minha paixão. Ela foi uma das que sempre torceram e "conspiraram" para  que ficasse com a Rosana. Quando soube que estávamos indo a locais naturistas logo pediu para ir junto. Como todo pessoal de teatro, ela é sempre bem articulada com as palavras. O chato desse povo é que raramente escreve ou participa de uma lista via internet. Tanto provoquei e enchi a paciência para que falasse de sua experiência naturista que acabou escrevendo um texto e, ainda por luxo, com um desafio que não teria coragem de divulgar nas minhas "listas".

Com a repercussão do seu texto dentro das diversas listas naturistas e nudistas consegui convencê-la em montar um blog; aceitou com a condição de que eu a ajudasse nesse blog; de que ela iria postar quando estivesse inspirada e sem maiores afazeres profissionais e com a condição de que eu, Joaquim, colocasse minhas opiniões que não necessariamente fossem semelhantes às dela. Afinal todo artista gosta de público, polêmicas e transformações. Basta apenas uma pessoa se transformar terá valido a batalha.

Como diz a Rosana, sobre a Ariana Boss, é  "uma pessoa ligada  ao teatro. Para ela, a nudez é indiferente. Devido experiência com o meio teatral estar pelado ou vestido só importa se tiver sentido simbólico no palco; fora disso ela não tá nem aí."